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Tríduo Pascal 2022

A Páscoa celebra o maior acontecimento da fé cristã: a paixão, morte e, sobretudo, a ressurreição de Cristo. Ela é preparada com o Tríduo Pascal, que são os três dias que antecedem o Domingo de Páscoa: a Quinta-feira Santa, Sexta feira da paixão e o Sábado de aleluia. O tríduo se apresenta como uma só coisa com a Páscoa. É um tríduo da paixão e ressurreição, que abrange a totalidade do mistério pascal.

14.04.2022 - 13:09:01 | 4 minutos de leitura

Autor - Pascom
Tríduo Pascal 2022

O tríduo começa com a missa vespertina da Ceia do Senhor, alcança seu cume na Vigília Pascal e se fecha com as vésperas do Domingo de Páscoa.


Quinta-feira Santa

De manhã, nas catedrais, os bispos e todo o clero celebram a instituição do Sacerdócio, renovam seus compromissos sacerdotais e consagram os santos óleos do Crisma, dos catecúmenos e dos enfermos.

A noite celebra-se a Última Ceia, na qual Jesus Cristo, num ato de extremo amor,  ofereceu a Deus-Pai o seu Corpo e Sangue  em alimento e penhor de Salvação para todos aqueles que Nele crer. E os entregou para os Apóstolos para que os tomassem, mandando-lhes também oferecer aos seus sucessores.  Nessa noite o sacrário é esvaziado. "Levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram! "  As velas são apagadas e o altar é desnudado. Nosso Senhor é traído, amarrado e açoitado, iniciando assim os tormentos da sua Paixão.  

Cristo manifesta sua disponibilidade a amar até o fim, ele se coloca como  servo da humanidade e nos ensina o verdadeiro sentido da humildade.


Sexta-feira da Paixão


Nesse dia a Igreja não tem a celebração da Eucaristia, mas convida seus fiéis a olhar,  a contemplar o crucificado, Cristo que morre na Cruz. Ele nos amou até doar a última gota do seu sangue.

Recordamos a entrega do Senhor como vítima pela humanidade. Meditamos com a crucifixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. A celebração desse dia se dá em três partes: Liturgia da Palavra com o Evangelho da Paixão; adoração da cruz e a distribuição da comunhão. Esse é o único dia em que não há Missa. A Igreja, então, nos convida a viver a Celebração da Morte do Senhor às 15h. Com o término da Celebração, ocorre a procissão do Senhor Morto. Assim, devemos observar em jejum e em abstinência de carne, além de guardar o silêncio e nos mantermos em oração. Não devemos viver este dia em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Nosso Senhor, pois Ele trouxe a salvação para todos e venceu a morte.


Sábado de Aleluia

Este é um dia de luto ou de alegria?  De um lado, corresponde ao período posterior à morte de Jesus na Sexta-feira e anterior à Sua Ressurreição no Domingo. Por outro lado, lembremos que a palavra aleluia significa “louvor a Deus”, portanto, expressa alegria. Como então caracterizá-lo?

Algumas palavras dizem respeito a este tempo: contemplação, espera e, principalmente, silêncio. Neste dia do silêncio, calam-se os sinos e os instrumentos. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio. É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo! Mas, este silêncio, paradoxalmente, revela a plenitude da Palavra.

Assim como a sexta-feira da morte e o domingo da Ressurreição de Cristo, este dia também reserva um mistério próprio. Nele, Cristo adormecido no sepulcro, acordou os que dormiam há séculos na mansão dos mortos. A morte foi vencida pelo Amor. Portanto, a alegria da salvação se faz.

Liturgicamente, temos a Vigília Pascal – a Noite das Noites. Na Vigília Pascal temos:

Liturgia do fogo: o acendimento do círio pascal, representando a luz que sustentará e manterá acesa a fé. Apresenta as letra Alfa e Ômega e a data do ano demonstrando a atualização anual deste mistério. Há também cinco cravos que representam as 5 chagas de Cristo. Demonstrando que a noite da Cruz antecede ao raiar da ressurreição.

Liturgia da Palavra: percorre a história da salvação do AT ao NT relacionando-os.

Liturgia Batismal: renovação das promessas de Batismo.

Liturgia Eucarística: o banquete que o Senhor nos preparou.


Domingo da Páscoa

A ressureição de jesus cristo é o ponto central e mais importante da fé cristã. Através da sua ressurreição, jesus prova que a morte não é o fim e que ele é verdadeiramente o Filho de Deus. A igreja vibra e todos renovamos a nossa fé.


 

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